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terça-feira, 6 de março de 2012

Biblioteca Mundial Digital

















Dezenas de milhares de livros, imagens, manuscritos, mapas, filmes e gravações de bibliotecas em todo o mundo foram digitalizados e traduzidos em diversas línguas para a abertura do site da Biblioteca Digital da Unesco.
Entre outras preciosidades do site, estão as primeiras fotografias da América Latina, que integram o acervo da Biblioteca Nacional do Brasil, o maior manuscrito medieval do mundo, conhecido como a Bíblia do Diabo, do século 18, que pertence à Biblioteca Real de Estocolmo, na Suécia, e manuscritos científicos árabes da Biblioteca de Alexandria, no Egito.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

LIVRO DE METODOLOGIA DE HELOÍSA PENTEADO

O livro Metodologia do Ensino de Historia e Geografia de Heloísa Dupas Penteado é uma boa dica para os professores de história e geografia do 1º e do 2º Ciclos, o mesmo tras  sugestões metodológicas como: jogos, brincadeiras, atividades e vivências, para os professores trabalharem os conceitos geográficos e históricos ( tempo, espaço, natureza, cultura, relações sociais, escravidão, povos indigenas etc). Além disso, nos últimos capítulos apresenta uma reflexão sobre a praxis da formação dos professores dessas disciplinas.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O USO DO APARATO ESTATAL CONTRA OS POBRES SEM TERRAS

As análises feitas são duras, como dura é a realidade. Confesso no entanto: quando a gente está presente, vê, escuta e sente a dureza, na hora do despejo, depois do despejo, e então para sempre, a dureza é maior.

No dia de ontem, 03/08/2011, o Estado de Mato Grosso (poder judiciário e poder executivo) montou um aparato repressor estraordinário. Foram muitos policiais, assustador, com seus cacetetes, armas de fogo, veículos, caminhões, helicóptero. Estavam presentes a força tática, a polícia rodoviária federal, entre outros.

Foi um cenário que dividiu os pobres: policiais, pobres assalariados, cumprindo a função repressora do Estado, comandado por aqueles como a nota abaixo esclaresse; trabalhadores sem-terra, que se sustentam com trabalhos sazonais, precários, com suas mochilas, bicicletas, colchões.

Haviam e há também crianças, algumas haviam estado na escola, queriam entender, estavam com fome e também com frio (aliás ainda estão).

No cenário de guerra, quando o movimento dos sem terra, decidiu não enfrentar a força repressora do Estado, um aparato extremamente assustador, a relação entre os sem terra e os policiais até começou a ser amistosa.  Amistosa, porque de um lado e de outro estavam e estão familiares, conhecidos, quando não esposas e maridos, irmãos. Todas pessoas da mesma cidade, do mesmo município.

Que cenários sórdidos a luta de classes nos proporcionam. A juíza, os promotores, os governantes, representantes do poder dos dominantes não estavam ali, no front, quem estava ali eram realmente os pobres, uns um pouco mais e outros um pouco menos, uns que tinham o que comer e onde dormir de noite e outros não, mas todos e todas pobres.

Algumas pessoas, sem terra, na sua pobreza material, faziam perguntas muito ricas: porque todo este aparato policial, porque tanta polícia, se nós somos da paz, somos trabalhadores, não somos bandidos, só queremos um pedaço de terra para trabalhar, produzir, "ganhar o pão nosso de cada dia" honestamente?

Para estes homens e mulheres, o Estado não ofeceu o cabo da enxada, da foice, da pá, do rastelo, mas o cabo do cacetete; não ofereceu plantadeiras, mas a pistola e a metralhdora; não ofereceu o trator, mas o camburão; não ofereceu a ceifadeira, mas um helicóptero para a repressão; não ofeceu armazéns, mas o jogar pessoas num ginásio (Didi Profeta, oh tristes profetas, que anunciam!!); não ofereceu o transporte para sementes, para os produtos, mas caminhões para transportar os poucos e muito valorosos pertences de pessoas empobrecidas, transportando-as não sabiam para onde;

Em vez de mandar brigadas de educadores, médicos, enfermeiros, engenheiros, técnicos agrícolas, o Estado mandou um batalhão de policiais.

Em vez de organizar, o Estado desmanchou.

Em vez de empolgar, o Estado entristeceu.

Em vez otimizar, potencializar, o Estado subtraiu, rouba a esperança.

Quanto cinismo sórdido!!

Quanto promoção da "pobrefobia" (vide abaixo)!!!




Laudemir Luiz Zart é professor da UNIMAT  de Cáceres
texto do professor Laudimir, postado pela professora Serlene Ana

terça-feira, 19 de julho de 2011

Olimpíada de Geografia



A National Geographic Brasil está com as inscrições abertas para a Olimpíada de Geografia:Viagens do Conhecimento.
A data limite para inscrição das escolas é até o dia 29 de julho.


Todas as informações podem ser encontradas no site, clicando aqui.http://www.viagemdoconhecimento.com.br/

terça-feira, 3 de maio de 2011




A importância de ensinar e aprender Geografia é tema central de EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA: TEORIAS E PRÁTICAS DOCENTES, que reúne textos estimulantes e inovadores sobre o lugar dessa disciplina na formação dos alunos na escola, destacando as investigações ocorridas no contexto da sala de aula e em cursos de formação continuada de professores. A organizadora, Sonia Castellar, professora da Universidade de São Paulo, reuniu pesquisadores para um amplo debate nas áreas de Pedagogia e Metodologia do Ensino de Geografia. Os autores analisam a relação entre teoria e prática, o papel do educador e a importância da Geografia na formação dos estudantes. Os dez capítulos trazem abordagens educacionais com base em recentes pesquisas acadêmicas, que contribuem para um maior aprofundamento do conhecimento geográfico no cotidiano escolar. Esta obra preciosa é destinada a todos os que trabalham com a educação geográfica.
Autor(es): 

Sonia Maria Vanzella Castellar

Editora: CONTEXTO
Área(s): 

GEOGRAFIA