terça-feira, 4 de outubro de 2016

Formação Contínua dos coordenadores pedagógicos


PROGRAMAÇÃO
Local: Hotel Júnior – Avenida São Paulo, 350 Primavera do Leste/MT
Realização de 04 a 06 de outubro de 2016

1º dia - 04/10/2016

Abertura:
Diretor Professor Milton Alcover Neto
Coordenadora de Formação Professora Márcia Inês de Souza
13h – 15h –  Atribuições da função “ Coordenação Pedagógica” conforme a legislação vigente e a identidade profissional do Coordenador Pedagógico.
15h – 15h15 – Intervalo
15h15 – 17h – Os desafios do Coordenador Pedagógico na mediação da formação contínua e desenvolvimento profissional na escola.
17h – 19h - Recesso
19h – 22h – Política de Formação e Desenvolvimento Profissional dos Profissionais da Educação Básica do Estado de Mato Grosso e análise das Temáticas da Portaria 161/2016 e sua atualização.
Equipe responsável Professoras Serlene Ana De Carli,  Rosimeire Dias de Camargo e Márcia Inês de Souza.
2º dia  05/10/2016
7h – 9h - Análise e Apropriação dos Resultados de Avaliações Internas e Externas.
9h – 9h15 – Intervalo
9h15 – 11h – Oficina: Análise e Apropriação dos Resultados de Avaliações Internas e Externas.
 
13h – 15h – Oficina: Análise e Apropriação dos Resultados de Avaliações Internas e Externas.
15h - 15h15 – Intervalo
15h15 - 17h –  Oficina: Análise e Apropriação dos Resultados de Avaliações Internas e Externas.
Equipe responsável Professores Simone B. Camargo, Juliana  Dutra Ferreira, Dilson Thomaz, Izaias de Lacerda Pereira, Vilson Valdemar Ruver, Cássio João Lourenço dos Reis
3º dia -  06/10/2016
7h – 8h – Planejamento: diagnóstico de necessidades de aprendizagem
8h – 9h - Oficina - Análise dos instrumentos escolares (PPP, Diário eletrônico, planejamento anual, etc.) para a compreensão do diagnóstico no Projeto de Intervenção Pedagógica.
9h – 9h15 – Intervalo
9h15 – 11h – Análise dos instrumentos escolares (PPP, Diário eletrônico, planejamento anual, etc.) para a compreensão do diagnóstico no Projeto de Intervenção Pedagógica.
13h – 15h – Socialização das análises por GT (urbano, campo e indígena) e construção da  “Árvore Lógica”.
15h – 15h15 – Intervalo
15h15 – 16h – Contribuições sobre o diagnóstico para elaboração do Projeto de Intervenção;
Equipe responsável Professores Márcia Prevedello, Maria Aparecida S. Jardim, José Carlos do Nascimento Filho, Janaina Rodrigues Pitas, Adenilza O. Amaral Santos, Karina Aparecida Geraldo.
16h – Encerramento.


Para os coordenadores

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Reorganização do formato de atendimento às escolas acompanhadas pelo Cefapro de Primavera do Leste



Com a publicação da Portaria 161/2016/GS/SEDUC-MT foi necessário reorganizar o formato de atendimento às escolas pelo Cefapro. Com uma visão mais voltada para as disciplinas e/ou áreas do conhecimento e um foco mais centrado nas dificuldades de aprendizagem detectadas nos índices das  avaliações externas e internas das escolas. Entretanto, isto não significa que os projetos interdisciplinares não possam ser desenvolvidos nas escolas. Esta nova configuração trouxe a necessidade da criação de equipes multidisciplinares para atendimento às escolas. O modelo está em processo de implementação, assim, as equipes de professores formadores farão um trabalho de apoio aos profissionais da escola com foco no processo de desenvolvimento profissional.

Foram criadas duas equipes que atenderão três municípios cada.


Equipe 1-
Região: Campo Verde, Primavera do Leste, Poxoréu

Formadores:

  • Janaina Rodrigues Pitas (história);
  • Serlene Ana de Carli (geografia);
  • Juliana Dutra Ferreira (geografia);
  • Simone Bortuluzzi Camargo (língua portuguesa);
  • Cássio João Lourenço dos Reis (matemática);
  • Adão Luiz Patrocino (química);
  • Márcia Prevedello (pedagogia).


Escola de Primavera do Leste que serão atendidas pelo equipe 1:
Região: Gaúcha do Norte, Paranatinga Primavera do Leste, Santo Antônio do Leste.
EEC Massapé;
EEC Vila União;
EEC Padre Onesto Costa;
EE Maria Sebastiana de Souza;
EE Cremilda Oliveira Viana;
EE Sebastião Patrício
EE Nova Poxoréu ( Poxoréu)

Equipe 2-
 
Karina Aparecida Geraldo (história)
Izaias de Lacerda Pereira (história);
Dilson Thomaz (matemática);
José Carlos do Nascimento Filho (matemática);
Vilson Valdemar Ruver (física);
Adenilza Oliveira Amaral (pedagogia)


Escola de Primavera do Leste que serão atendidas pelo equipe 2:


EE Monteiro Lobato;
EE Alda Scopel;
EE Paulo Freire;
EE João Ribeiro Vilela;
CEJA Getulio Vargas;
Escola Nova Chance.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Adepe-MT: Seduc e CAEd publicam Revistas Pedagógicas



A Secretaria de Estado da Educação, Esporte e Lazer (Seduc), em parceria com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF), publicou as versões online das Revistas da Gestão Escolar, do Sistema de Avaliação e Pedagógicas – por disciplina avaliada (Língua Portuguesa e Matemática), da Avaliação Diagnóstica do Ensino Público Estadual de Mato Grosso (Adepe-MT). Os documentos apresentam análise e reflexões importantes sobre a avaliação realizada em 29 e 30 de março deste ano, com 163.214 alunos da rede estadual de ensino.​
O objetivo da avaliação é conhecer o nível de proficiência dos estudantes, a partir da realidade e dos elementos curriculares do contexto local. Agora, de posse desses dados a Seduc vai desencadear intervenções pedagógicas nas escolas.
De acordo com o Superintendente de Formação dos Profissionais da Educação Básica da Seduc-MT, Kilwangy Kya Kapitango-a-Samba, com as revistas os professores e gestores terão à disposição descrições sobre avaliação em larga escala, as Matrizes de Referência, a descrição pedagógica dos Padrões e Níveis de Desempenho, entre outros. “São instrumentos essenciais para balizar a análise dos resultados”, informa.
Ele explica que essa tarefa deve ser realizada por todos os membros da comunidade escolar: gestores, professores e equipe técnica. “É necessário que todos os agentes envolvidos se apropriem dos resultados produzidos pelas avaliações, incorporando-os às suas práticas e reflexões sobre as dinâmicas de funcionamento da escola, explícitas no Projeto Político Pedagógico e no currículo praticado”.
Amplo material
Segundo a professora e coordenadora de Formação do Cefapro de Juara, Rosana Maria Christofolo da Silva, o material é importante discutir como a escola pode se apropriar dos resultados da avaliação e que estratégias pedagógicas podem ser utilizadas para que os estudantes se desenvolvam nas áreas em que apresentaram mais dificuldades. “Os Encartes das Revistas Pedagógicas trazem o passo-a-passo que a escola precisa fazer, por ano e disciplina”.
A professora Irene de Souza Costa avalia que a Adepe-MT traz resultados que extrapolam a sala de aula e alcançam ações de gestão. “Ela deve proporcionar aos gestores educacionais analisar os programas e projetos em andamento, os objetivos e metas a alcançar e promover políticas públicas que orientem a gestão, a formação e o desenvolvimento profissional para que seus diversos atores (gestores, formadores, docentes) utilizem melhor os resultados”.
Portal
No portal, os gestores e professores poderão acessar os dados de desempenho geral da escola e individual de cada aluno. Porém, Kapitango-a-Samba aponta que o objetivo não é ranquear as unidades escolares, já que essa não é uma ferramenta de classificação. “É instrumento de formação, daí a necessidade conceitual de nos referirmos à avaliação formativa, para evitar a confusão de entendimento corrente no cotidiano escolar e ressaltar sua dimensão formativa (promove construção de conhecimento de forma crítica e criativa), social (inclusiva e democrática) e estratégica (tomada de decisão na gestão pedagógica e na formulação de políticas públicas)”, argumenta.
Segundo ele, a Adepe-MT está entre as estratégias da Seduc para diagnosticar as necessidades de aprendizagens dos estudantes para planejar, executar e orientar ações e políticas públicas com foco na melhoria da educação.
Para conhecer o conteúdo das revistas acesse: http://www.adepemt.caedufjf.net​
Viviane Saggin
Assessoria Seduc-MT
Matéria disponível em: http://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/Seduc-publica-resultados-de-Avalia%C3%A7%C3%A3o-do-Ensino-em-Mato-Grosso.aspx

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Professor de Campo Verde é selecionado para a Escola CERN - 2016. Evento ocorrerá em um dos maiores laboratórios de pesquisa em Física no Mundo.


O professor de Física da Escola Estadual Waldemon Moraes Coelho, localizada no município Campo Verde - MT, Francisco Amaral, foi um dos selecionados para participar da Escola de Física 2016 da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, conhecida como CERN.

Professor Francisco de camiseta vermelha
Francisco trabalha na Rede Estadual de Ensino desde 2015, ano em que lecionou Física e Matemática na EE Boa Esperança, também em Campo Verde. Nessa escola foi um dos organizadores da I Feira de Ciências e Cultura. Nesse projeto, os alunos desenvolveram e apresentaram trabalhos nas três áreas do conhecimento. Em 2016, o professor também integra o corpo docente do IFMT – Câmpus São Vicente, onde leciona a disciplina de Física.
O professor  amazonense, que veio para Mato Grosso, mas mato-grossense de coração integra um grupo de 20 professores brasileiros que fará uma visita ao Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas, em Lisboa, nos dias 25 e 26 de agosto. De 28 de agosto a 2 de setembro o grupo brasileiro, ao lado de professores portugueses de Ensino Médio e de professores africanos, participará da Escola de Física no CERN, em Genebra, na Suíça.
O professor ressalta sua alegria em representar o Estado de Mato Grosso num evento internacional e pretende compartilhar sua experiência com estudantes e professores de Campo Verde e região, assim que retornar da Europa.
Seu objetivo é promover leituras em turmas de alunos do ensino fundamental e médio sobre física de partículas, estimulando a realização de atividades práticas, onde segundo ele, observa-se uma lacuna de atividades didáticas em consonância com referências bibliográficas. Ele pretende desenvolver um projeto de elaboração de atividades didáticas para as aulas de Física no nível médio nas escolas, baseado no que será ministrado na escola de Física do CERN, abordando com mais ênfase os aspectos Filosófico, Epistemológico e Histórico das Ciências.
Entre as ações que pretende desenvolver estão palestras para estudantes e professores com o objetivo de divulgar os conhecimentos adquiridos no CERN. Seu foco está nos alunos: ”para que os mesmos possam ser motivados a uma busca pelo maravilhoso ramo da física e quem sabe, dessas palestras possam surgir novos professores de Física”, afirma. 

Saiba mais

O CERN é um dos maiores laboratórios de pesquisa em Física no mundo. Dentre os seus diversos programas, ele mantém um de Educação, destinado a professores da Europa.

Desde 2007, o CERN também tem mantido em suas instalações uma Escola de Física destinada a professores de escolas secundárias portuguesas, na qual são desenvolvidas aulas sobre Física de Partículas e áreas associadas, sessões experimentais e visitas aos laboratórios.

Os brasileiros têm ido ao CERN no pr­ograma original dos professores portugues­es, graças à oportunidade gerada pelo Laboratório de Instrumentação e Física ­Experimental de Partículas (LIP), em Lisboa (POR), juntamente com os esforços da coordenação da Sociedade Brasileira de Física, através da sua Secretaria para Assuntos­ de Ensino, representada pelos professores Dr. Nilson Garciae Dr. Nelson Barrelo Jr.

Foi o LIP que abriu a possibilidade de ­participação de professores de outros paí­ses de fala portuguesa na Escola de Prof­essores no CERN em Língua Portuguesa, or­iginalmente restrita para professores portugueses.


quarta-feira, 2 de março de 2016

ESCOLA WALDEMON MARCA PRESENÇA NO CHILE



         
  Por meio do Projeto “Intercâmbio cultural Brasil e Chile”, desenvolvido pela professora brasileira Simonna Demarchi Duarte e pelos professores chilenos Gustavo Madariaga e Patrícia Paredes, alunos da Escola Estadual Waldemon Moraes Coelho do município de Campo Verde- MT trocaram correspondências com os alunos do Instituto Comercial Alberto Valenzuela Llanos, San Fernando - Chile.
Todo o conteúdo da carta foi escrito na Língua Espanhola, e o Projeto tem por objetivo resgatar o Gênero Textual Carta, estimular a prática do idioma, bem como aproximar e possibilitar a troca de culturas diferentes.
“Acompanhar o envolvimento na confecção e a emoção dos alunos no recebimento das cartas foi uma experiência fantástica. Sem dúvida, aconteceu a tão esperada troca de experiências, pois, como bem lembrou Confúcio, a cultura está acima da diferença da condição social.” – destacou a professora Simonna.
            A próxima etapa desse Projeto que faz parte do ProEMI (Programa de Ensino Médio Inovador) será a apresentação da Cidade de Campo Verde aos chilenos a partir de cartões-postais, produzidos pelos próprios alunos.

Professor Gustavo Madariaga, alunos da Escola Waldemon e professora Simonna felizes com o recebimento das cartas do Chile.

Professor Gustavo Madariaga, alunos da Escola Waldemon e professora Simonna felizes com o recebimento das cartas do Chile.
Alguns alunos da Escola Waldemon, em processo de elaboração das cartas.

Diretor da Escola Chilena, em festividade anual.
 
   

Alunos chilenos em festividades nacionais.

Alunos chilenos e professora Patrícia Paredes  (foto oficial do 4º ano do Ensino Médio)




 






quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Escolas realizam semana de discussões, leitura e planejamento para 2016

     Desde o dia  27 de janeiro as escolas têm trabalho para o retorno às aulas. A semana entre os dias 01 e 05 de fevereiro foi sugerida para que as escolas possam fazer as leituras de seus PPPs, discussões do Orientativo Pedagógico da SEDUC  ( clique aqui para baixá-lo) e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
     Leituras importantes que direcionarão  as discussões em 2016.



quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

I Feira de Ciências e Cultura da EE Boa Esperança

"Iniciação Científica: um convite ao conhecimento".
No dia 4 de dezembro foi realizada na Escola Estadual Boa Esperança do município de Campo Verde, a I Feira de Ciências e Cultura da escola.
Para o desenvolvimento desta feira todos os professores e funcionários da escola se envolveram de forma a potencializar as ações atividades dos alunos.
Segundo a professora Genivânia Silva e o professor Francisco Amaral  a iniciação científica e cultural é  instrumento que permite colocar os alunos desde cedo em contato com  a ciência, engajando os alunos na pesquisa e prática do conhecimento.
Desde o mês de outubro os discentes desenvolveram e aplicaram  experimentos em todas as áreas do conhecimento, com objetivo de refletir sobre o meio em que estão inseridos, fruto do próprio esforço e pesquisa dos experimentos pelos alunos.

 Alguns depoimentos mostram que alunos, professores e comunidade perceberam o potencial deste evento.
De acordo com alguns relatos dos alunos:
(Kelly Souza) O projeto feira de Ciência da Escola Estadual Boa Esperança com os alunos do 3° ano vespertino realizado no dia 04/12/2015 um ano de experiência inovadora, despertando nos alunos a curiosidade em saber como e porque ocorre as reações químicas fazendo-os construir o próprio projeto, sendo assim, trazendo para estes novos conhecimentos, ensinando-os a lidar com as diferenças em grupos e colocando-os a correr atrás de seus próprios objetivos.
(Clary Kenned, aluno da 3° ano EM) a feira de ciências foi uma forma de aprimoramento e aprendizagem principalmente na área de química e física, além de manter um trabalho em equipe, mantendo-o assim uma união entre alunos e professores.
(Willian R.S de Oliveira) 2° série do segundo segmento (EJA)
A feira nos trouxe além de aprendizagem em áreas das quais já estávamos familiarizados como: Cultivo de plantas e a relações da água, como áreas extremamente importante como experiências químicas em geração de energia, sem contar com a palestra detalhada sobre DSTs, em evento como este, tem extrema importância em nossa comunidade, porque além de conscientizar as pessoas em relação social, também quebra um pouco a rotina diária de estudos nos proporcionando um dia recreativo, a gente aprende se divertido.
(Marcos Vinicius da Silva Jesus) 1° ano EM
Essa feira de ciências me ensinou muitas coisas importantes, na área da química e da física, aprendi muito sobre eletrônica a qual, me apaixonei, devo também a eletrônica muito, pois foi o que me despertou um interesse por ler livros didáticos e uma vontade muito grande de estudar, de tirar notas boas, e de ser o melhor da sala, mas, a mais importante foi o trabalho em equipe, pois aprendi que o esforço em equipe, pois aprendi que o esforço em equipe é melhor do que um trabalho individual.
(Léo Vinicius) 1°ano EM
Foi bom para trazer mais conhecimentos, sobre áreas diversas, ampliar a interesse e incentivar o estudo e pesquisar por conta própria.

Responsáveis pela I Feira de Ciências e Cultura da Escola Estadual Boa Esperança.

Os professores Genivania e  Francisco encabeçaram o projeto que foi aceito e trabalhado por toda a equipe da escola.


Avaliação do Seminário Sala de Educador

Para que tenhamos a certeza que fizemos um bom trabalho e verificar nossos pontos fortes e fracos precisamos que você responda nossa avaliação do Seminário Sala de Educador.
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